25.06
notícia postada por Cynthia Duarte

No último dia 23 de junho, a Billboard publicou um artigo falando sobre as possíveis nomeações ao Grammy Awards de 2018, que ocorrerá no dia 28 de Janeiro. Dentre eles, está nosso querido Harry Styles, que, segundo a Billboard, poderá ser nomeado pelo single, Sign of the Times

Você pode ver o artigo completo e em inglês aqui. Confira abaixo o trecho traduzido:

Diga conosco: Harry Styles nomeado ao Grammy

Por Jason Lipshutz

Poderá a recém criada convicção “roqueira” render a um ex-membro da One Direction uma nomeação ao Grammy? A boy band campeã de vendas nunca foi reconhecida pelo Grammy… tampouco foi Zayn Malik, apesar de um single número um nas paradas e de um novo álbum na época que seguiu carreira solo em 2016. No entanto, Harry Styles pode finalmente ser o único a receber um cumprimento de tirar o chapéu da Recording Academy, graças a um bem recebido álbum de estreia que traz o tipo de música com base em violão que o Grammy tipicamente adora. Não esperem por uma nomeação por “álbum do ano”, mas o single de Styles, “Sign of the Times“, ficou no entre os 40 da lista dos Hot 100 e, com a maravilhosa produção na “vibe [David] Bowie”, sua inclusão como canção do ano não está fora de questão. (Importante também lembrar: Zayn poderia surpreender neste ano com “I Don’t Wanna Live Forever”, seu dueto com a rainha do Grammy, Taylor Swift).

12.06
notícia postada por Cynthia Duarte

No dia 08 de junho, Harry participou mais uma vez do The Late Late Showque por um período de três dias, foi transmitido direto de Londres. Nesse dia, ainda estiveram lá a atriz Emily Blunt e o jogador de futebol David Beckham.

Durante o programa, Harry fez uma participação especial no estúdio, na qual recebe uma ligação inesperada, deixando James Corden “encabulado” com sua “audácia”. Veja:

Ainda, Harry fez a performance de Two Ghosts, no topo do Central Hall Westminster, conhecido por ser o maior local de eventos do centro de Londres.

A performance recebeu um toque especial com a incrível vista de fundo do local, de onde se pode ver o Palácio de Westminster/Parlamento e a London Eye. Confira:

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09.06
notícia postada por Cynthia Duarte

Pouco antes de anunciar mais datas na turnê mundial de 2017/2018, INCLUINDO O BRASIL, Harry anunciou em sua conta do Twitter que a banda norte-americana MUNA fará a abertura da sua turnê desse ano pelos Estados Unidos e Europa.

MUNA é um grupo norte-americano de garotas adeptas da música pop, que se autoidentificam como “estranhas”. A banda consiste em: Katie Gavin (cantora, produtora), Josette Maskin (guitarrista principal) e Naomi McPherson (guitarrista). Além de manter os pronomes baseados em gênero fora de suas canções, o trio aborda temas como identidade de gênero, vitimização e trauma em suas músicas. Ainda, MUNA são aliadas dos movimentos LGBTQ, “Black Lives Matter”, feminismo e atos contrários aos ideais de Donald Trump.

Por essa razão, ontem, dia 08 de junho, a Billboard publicou um artigo sobre a inclusão de novas bandas na música ao vivo. Você pode ler a matéria original aqui. Abaixo, confira a matéria traduzida:

Por quê a abertura de MUNA para a turnê de Harry Styles é um passo na direção certa da inclusão na música ao vivo

Por Lyndsey Havens

Logo após a repentina saide de Zayn Malik da One Direction em março de 2015, foi apenas uma questão de tempo até que o resto dos membros seguissem suas carreiras solo. Depois de partirem os corações de adolescentes do mundo todo com o seu hiato em 2015, cada membro tentou sacramentar o seu próprio caminho fora da sombra do grupo, seja com R&B (Zayn), música eletrônica (Louis Tomlinson) ou pop (Liam Payne).

Quem mais viajou para bem longe do seu passado na 1D, talvez tenha sido Harry Styles, com “Sign of the Times”: um single de rock com menos de seis minutos, que agradou fãs com letras inspiradas em Bowie e um estilo cinematográfico inspirado e cenário de cena final.

“Sign of the Times” não é a única forma pela qual Styles se distanciou do seu passado de estrela do pop. O cantor solidificou a sua independência não apenas nas músicas mais voltadas para o rock clássico no álbum seu auto intitulado – no qual ele está em uma banheira rosa de lágrimas na capa – mas também por tocar em locais mais íntimos, diferente de estádios, mantendo uma presença reservada nas redes sociais e trocando camisetas brancas por ternos estampados e modernos.

Mesmo que ele já tenha dado passos para estabelecer uma personalidade solo independente, a escolha do cantor na terça (6 de junho) para o seu ato de abertura na turnê norte americana e europeia ainda vem como uma surpresa. Harry anunciou no Twitter que o trio MUNA, que se auto intitula dark-pop, irá se juntar a ele na turnê.

Você poderia perdoar os fãs de Styles por não estarem imediatamente familiarizados com a banda MUNA, que sequer apareceram em um chart da Billboard (não baseado no Spotify). Mas o grupo de meninas que moram em Los Angeles, tem ganhado popularidade após o excelente lançamento do seu álbum de estreia no começo de 2017, chamado “About U” [sobre você], com paradas em diversos festivais – geralmente tocando no começo da tarde – e tocando nos programas “The Tonight Show Starring Jimmy Fallon” e “Jimmy Kimmel Live!”. Em cada parada, elas conquistaram mais fãs, com suas músicas pop que mexe com as pessoas (em sua maioria falam sobre amor e relacionamentos que, notavelmente, não indicam um gênero específico, optando pelo pronome “você”, como o próprio título do álbum sugere), liderado por vocais graves.

Desde o começo, Katie Gavin, Josette Maskin e Naomi McPherson têm apoiado a comunidade LGBTQ de forma alta e clara – com o hino chamado “I Know A Place”, no qual é possível ver Gavin oferecendo consolo enquanto canta “”You think being yourself /Means being unworthy… But if you want to go out dancing / I know a place” [“Você pensa que ser você mesmo, significa ser indigno/não merecedor… mas se você quiser sair por aí dançando… Eu conheço um lugar”], e também ao defender banheiros unissex em seus shows. Elas também não se esquivam da política no palco e denunciaram publicamente Donald Trump mais de uma vez, usando camisetas de “F*da-se o Trump” em sua apresentação do Lollapalooza em 2016 e dizendo de forma desafiadora “Ele não é meu líder, mesmo que ele seja meu presidente”, enquanto tocavam “I Know A Place” no programa do Jimmy Kimmel.

Então, quando Styles – que estrelou com uma das boy bands mais populares e bem sucedidas do século 21, um grupo que naturalmente não passava nenhuma mensagem de impacto, e que raramente, ou nunca, expunha sua opinião política em suas músicas ou em qualquer outro lugar – convidou MUNA para sua turnê, ele efetivamente co-assinou a missão delas, tornando pública sua própria opinião, antes silenciosa, sobre a inclusão e aceitação na música ao vivo.

Desde o lançamento de Styles como artista solo, do qual ele se “descascou” de forma indolor do estrelado pop que antigamente o consumia, ele aclamou suas fãs como o futuro, exibiu um terno rosa em sua performance no “Today Show” e fez um dueto ao vivo com Stevie Nicks, mostrando uma reverência que transbordava pela estrela do rock. Todas essas decisões conscientes que o ajudaram a se estabelecer como uma estrela solo, que também enalteceu de forma sutil sua própria masculinidade e abrangeu a feminilidade como sendo a vanguarda do estrelato do rock contemporâneo. Dados alguns desses precedentes, talvez MUNA não seja uma escolha tão chocante como inicialmente parecia ser.

De qualquer forma, considerando seu passado pop star e almejando um futuro de rock star, Styles certamente poderia ter escolhido um artista mais óbvio e bem conhecido que atrairia sua base de jovens fãs. Mas juntando forças com membros tão ativos da comunidade LGBTQ, ele aumenta sua própria voz como um defensor. Enquanto é injusto reduzir uma banda tão poderosa e multifacetada como a MUNA, por sua sexualidade coletiva, é também importante não ignorar o impacto que o trio causou ao falar o que pensa sobre criar um lugar seguro e inclusivo para seus fãs desfrutarem de suas apresentações. Para que uma estrela do calibre de Styles consiga embarcar com suas mensagens, especialmente com a alta atenção dada à sua primeira turnê solo, esse é um passo na direção certa – pela falta de uma palavra melhor – e é algo digno de aplausos.

Tradução por Cynthia DuarteDaniele Amaral.
06.06
notícia postada por Cynthia Duarte

A revista online Hits Daily Double publicou no dia 30 de maio, uma entrevista com Jeff Bhasker, o produtor musical do álbum do Harry.

Jeff falou sobre como conheceu Harry e sobre o processo de criação do primeiro álbum solo do cantor. Você pode ver a entrevista original aqui. Confira abaixo a versão traduzida:

THE HARRY TAPES: UMA CONVERSA COM JEFF BHASKER

Harry Styles #1 nos charts como artista solo ganhou muito reconhecimento dos ouvintes e de críticos de diversos segmentos. O projeto foi supervisionado pelo produtor/compositor/músico ganhador do Grammy, Jeff Bhasker, cujos trabalhos anteriores incluem The Rolling Stones, Kanye West, Beyoncé, Ed Sheeran, Taylor Swift, Rihanna, P!nk, fun., Nate Ruess e One Republic, sem mencionar o grande sucesso de Make Ronson, “Uptown Funk” (este dando para ele um troféu de “Record of the Year” e mostrando uma base parcial da sua vitória como Produtor do Ano). Aqui, Bhasker discute como ele e seu time talentoso alcançaram o conceito de Styles, reuniram sua banda essencial e construíram o álbum de sucesso, além de outros assuntos. Apesar de ele querer trazer o nosso Simon Glickman para a discussão.

Como as coisas começaram com você e Harry Styles?

Quando eu conheci o Harry para trabalhar no seu projeto, eu não tinha muita noção do que fazer com ele. Quando ele me disse o que queria fazer, eu disse: “Ok, wow – você quer ter uma banda de rock de verdade”. Depois de conhecê-lo, eu tive a experiência da vibe especial que ele tem – ele é uma raça rara, uma personalidade verdadeiramente legal, magnética. Mas eu não sabia nada sobre ele musicalmente. Então foi sobre nós termos muita sorte em todos os níveis, um deles foi que ele era tão talentoso e interessante e tinha toda essa criatividade depois de ter estado na One Direction, onde era mais sobre ser um performer.

Você tem alguma ideia do que ele estava ouvindo que o inspirou a montar uma banda de rock?

Bom, eu vou te contar uma história engraçada: Eu disse: “Você tem algo que queria tocar para mim?”. Por que normalmente as pessoas têm algumas demos. E ele disse: “Sim, eu tenho algumas referências”. Em algum ponto nós passamos as linhas de comunicação e eu achei que ele ia tocar a demo dele para mim, e ele estava tocando referências do The White Stripes e bandas indies muito legais. Eu pensei: “Isso é fenomenal; eu não sei se eu posso superar isso. Essas demos são incríveis! Mas parecem com o The White Stripes. Talvez você queria mudar”. Eu não conheço o The White Stripes tão bem, mas eu conhecia o suficiente para pensar, isso é igual a eles. Bom, era o The White Stripes e eu percebi “Oh, ele está tocando referências”. Do jeito que saiu, todo mundo dizendo “Oh é David Bowie, é como rock clássico dos anos 70.” Mas era mais sobre ele querendo ter uma banda legal. Eu pensei, ele sabe cantar muito bem; ele é um performer fenomenal. Se é isso que ele quer fazer, isso será muito, muito especial.

O que está envolvido em criar aquela banda?

Eu tinha acabado de ter um bebê. Harry tem 23, eu tenho 43. Ele precisa começar uma banda indie legal, e eu sou um novo pai. Você precisa dos seus amigos que vão para a garagem com você todo dia depois da escola para tocar e descobrir. Eu tinha depois produtores que trabalhavam comigo, ambos eu contratei nos últimos anos. Um, Alex Salibian que produziu o último álbum do Young and Giant e o outro, Tyler Johnson, que eu contratei, produziu o álbum do Cam. Eu descobri o Cam por meio dele e o contratei; ele foi o primeiro produtor que eu contratei. Eles estão se tornando produtores sozinhos. Eu toquei para o Harry algumas das coisas que eles tinham feito e disse: “Escuta, você precisa de alguém para ir às trincheiras com você, algo que eu não posso fazer agora. Eu vou supervisionar e estar lá, e eu vou tocar o projeto com esses caras”. Ele concordou em se juntar a nós. Eu disse para os meus caras, “Olha, nós precisamos achar um guitarrista e um baterista para ele. Eu quero que vocês vão lá e montem uma banda. Nós não vamos fazer faixas e produzir como nós normalmente fazemos”.

Você teve que fazer música em um quarto.

Sim. Eles falaram com alguns guitarristas e um deles não apareceu. O novo engenheiro, Ryan Nasci, que foi o engenheiro do álbum todo disse: “Eu poderia ligar para o meu companheiro de quarto, Mitch – eu não acho que ele esteja fazendo nada”. Eles têm uma banda juntos. Então o Mitch vem, e no segundo que ele liga a sua guitarra e começa a tocar os olhos do Harry se iluminam e ele diz tipo “Esse é o cara”. Mitch é um tocador de guitarra maravilhoso, criado no jazz. Ele é totalmente autodidata e ele está tocando aquelas notas, arrasando. Ele diz “por que não trazer bateria para isso?” Harry diz: “Oh, você toca bateria também?” E Mitch diz “Bom, eu sou um baterista.” O baterista favorito dele é Max Roach. Ele é um cientista. Ele tinha acabado de mudar para L.A. de Ohio; ele nunca tinha estado em um estúdio de gravação antes. Ele nunca tinha ouvido falar de Harry Styles. Ele era lavador de pratos em uma pizzaria.

Você está brincando comigo.

Mitch é um verdadeiro amante da música que só quer ouvir Harry Nissoland Plastic Ono Band o dia inteiro – ele é um hipster que não sabe o que é um hipster. Ele é o cara mais doce e gentil da terra.  Ele e Harry se deram bem. Eu dei tanta sorte – Eu milagrosamente incluí o Tyler, quem eu achei primeiro como um produtor, que então achou o Alex para substitui-lo. Por que o Tyler era meu assistente e eu o contratei como produtor. Então ele teve que achar o Alex, que virou meu assistente, e eu o contratei como produtor. Alex achou o Ryan, e o companheiro de quarto do Ryan era o Mitch. E Ryan e Mitch tinham passado horas incontáveis sentados em seu apartamento gravando para a sua banda. Então nós tínhamos não apenas uma banda instantânea para o Harry, mas uma banda instantânea que sabia como gravar. Eu li o seu artigo sobre o álbum falando sobre o som aéreo e como soa como um álbum de rock & roll. Isso tudo é como soa um álbum de rock. Isso tudo é o Ryan – e não só o Ryan, mas o Ryan sabendo como gravar com o Mitch e a facilidade que eles tinham. Por um minuto eu achei, hmm, minha produção tende a soar diferente – Eu venho de um mundo totalmente diferente. Eu venho do jazz e ai eu trabalho com Kanye West e tenho um som mais moderno. Mas depois dessa primeira semana, eu disse para mim mesmo: “Eu apenas amo como isso soa. Soa como rock, mas é moderno e hi-fi e não soa necessariamente como nada mais”. Então deste ponto eu decidi, eu não vou estragar isso. O Ryan consegue.

Mais uma partida para você, então?

Sim, foi um processo muito diferente para mim. Foi a primeira vez que eu realmente pude usar o meu time e assumir uma posição de visão geral/mentor. Muito do que eu fiz foi apenas deixar eles se soltarem e depois eu ia e oferecia algumas sugestões: “Isso é bom – vamos pegar as melhores coisas que vocês têm e cortar fora as coisas ruins e continuamos dali”. Depois da nossa primeira semana, eles fizeram mais ou menos 10 músicas e primeiro eu ouvi todas elas e minha resposta foi “essa não é necessariamente o pop hit avassalador número um que o Harry pode lançar”, onde muito do meu cérebro pop começou a acordar. Mais tarde, depois que eu ouvi elas por um tempo, eu pensava tipo, “mas eu adoro isso – eu quero ouvir isso”. Eu cresci em New Mexico ouvindo rock clássico como Led Zeppelin e Pink Floyd. Isso me levou ao som da 95.5 no carro. Eu pensei: isso é tão novo, tão importante, poder fazer um álbum como esse. A outra coisa que aconteceu, graças ao fato de eu não estar lá, é que o Harry pode liderar a sala. Ele não teve que sentar lá e sentir constantemente que precisava se submeter a mim. Harry era o chefe. E eles se uniram de uma forma tão forte que aquele se tornou o cenário dos sonhos, onde todos contribuíram de forma fantástica. E o Alex continuou, toca guitarra e teclado e é o diretor musical da banda, e o Mitch está tocando na banda, claro. Então foi uma extensão perfeita, apenas de ter essa coisa viva por eles serem uma banda e foi assim que seguimos com as coisas.

E isso foi quando eles foram para a Jamaica?

Jamaica foi onde nós queríamos continuar fazendo o álbum. Onde eu estava tipo, nossa, isso é muito divertido e legal – exatamente como fazer música deve ser e nos fazer sentir. Eu queria que fosse algo que o Harry sentisse que era realmente o seu bebê, fazendo sua marca criativa. Para mim, se vem do próprio artista, é a melhor coisa. Se é real, as pessoas vão saber que é real. A banda está tocando seu quinto show ou algo do tipo nesse exato momento! Em três meses, eles estarão no mesmo lugar que aquelas bandas de indie rock que o Harry me mostrou – eles estarão soltos e perigosos e será uma fase totalmente nova. Eu tenho esperanças de que nós faremos muitos mais álbuns – esse é apenas o começo. Mas eu achei que foi muito importante determinar que “nós vamos fazer exatamente o que está no seu coração, Harry”.

Ele confiou em você, mas ao mesmo tempo ele não estava interessado na “marca” Jeff Bhasker – era mais sobre o espaço que você cria, assim como sobre o time que você cultivou, e você fez o que era preciso para que tudo acontecesse.

Com certeza. E foi a primeira vez que nós tivemos a oportunidade de fazer isso dessa forma, o que foi muito legal e muito divertido. E isso me deixou com aquele sentimento de “eu quero fazer música”. E que luxo ter o Mitch e o Ryan, onde eles podiam dar uma ideia que poderia ser acatada e acabava soando como uma das canções instantaneamente. E foi assim que surgiu “Sign of the Times”. Harry estava tocando ela no piano e a enriquecemos um pouco. Então ele foi para o microfone, eu toquei o piano e nós lapidamos a canção toda em três horas.

Isso é particularmente impressionante levando em conta o quão espalhada é uma música.

E soava exatamente assim: Um clássico do rock instantâneo da concepção até a finalização. O que fechou o negócio foi quando eu fui lá na primeira semana. Eu tinha que ir e checar como eles e ver no que eles estavam trabalhando. E eles tocaram “Meet Me In The Halway” para mim. Tinha um sentimento psicodélico – como Pink Floyd e era linda, o detalhe na guitarra acústica e voz dele, e aquele Ominichord e tudo. Foi quando eu estava convencido de que isso seria algo especial. Essa é a minha música preferida do álbum. Eu sempre quero ter um momento em que você tem algo que não soa como nada mais. Especialmente hoje.

É difícil de imaginar uma das principais gravadoras dizendo “vamos colocar esse superstar global do pop com alguns caras legais do rock que nunca sequer gravaram antes e deixar ele fazer um álbum de rock clássico composto e cantado por ele mesmo”.

É verdade. Rob Stringer é um excelente produtor executivo; ele apoiou muito todas as músicas e ele é muito bom trabalhar com ele. Isso sem mencionar o (empresário) Jeff Azoff, que apoiou a gente desde o primeiro dia e fez um ótimo trabalho, acreditando na nossa visão sem ser importuno.

Eu fiquei sabendo que Rob sequer pediu para que vocês fizessem uma edição de rádio para “Sign of the Times”.

Exato. Eu achei que estava sonhando. Toda a sua abordagem com o Harry tem sido ótima. Eu realmente gostei de trabalhar com ele em todo esse álbum.

É um ótimo álbum – será fascinante ver o que ele fará a seguir.

Obrigado. Esperançosamente nós faremos muito mais. Esse primeiro capítulo está sendo analisado minuciosamente; é um pouco foda para todo mundo. Pode ser que demore um pouco. Eu acho que os fãs dele precisam ser atraídos para isso e eu acho que para as pessoas que não eram fãs antes, há muitos rumores. Mas não generalizaram [os rumores] 100% ainda. Ele é uma grande estrela e ele assumiu um grande risco. Todos os créditos são dele, por ser tão corajoso e nunca desistir do que ele queria fazer, dizendo essencialmente que “se se tornar algo grande, ótimo – mas mesmo que isso não aconteça, eu tenho que ser honesto comigo mesmo”. Um produtor não poderia pedir nada mais para um artista, especialmente nos dias de hoje e nessa idade.

Tradução por Cynthia DuarteDaniele Amaral.
05.06
notícia postada por Cynthia Duarte

No dia do lançamento de seu primeiro álbum da carreira solo, em 12 de maio, Harry esteve na BBC Radio 1, participando do programa de seu amigo Nick Grimshaw, o “Breakfast Show”.

O programa girou em torno de um “listening party“, no qual Nick tocou algumas das canções do álbum de estreia de Harry. Harry ainda contou alguns detalhes do novo álbum durante o bate-papo descontraído entre as músicas.

Confira os vídeos do programa e sua tradução completa logo abaixo:

Nick Grimshaw: E nosso convidado está aqui. Bom dia, Harry Styles.

Harry Styles: Bom dia!

NG: Como você está?

HS: Eu…eu não estou tão mal, na verdade.

NG: Você está agindo estranho hoje.

HS: Eu estou?

NG: Um pouquinho.

HS: É cedo, não é?

NG: Não um “estranho” ruim, não sei se é um “estranho” cedo (pelo horário) ou se é tipo “todo mundo vai ouvir o álbum” estranho. É um grande dia!

HS: Eu acho que é um “estranho” por causa do horário. Eu me sinto bem.

NG: Você é uma pessoa da manhã, você acorda cedo.

HS: Eu me sinto alegre. Meio que, alegre demais.

NG: Alegre demais?

HS: Do tipo que irrita todo mundo.

NG: Esse é o meu trabalho, todos os dias. Ser irritante.

HS: É um bom ponto.

NG: Humm, mas você está bem?

HS: Eu estou bem, obrigado. Obrigado por me receber.

NG: Obrigada por vir. Vai ser empolgante isso aqui.

HS: É divertido!

NG: É divertido por que nós vamos ouvir o álbum e parece que quando foi anunciado que ia ser lançado no dia 12 de maio, parecia era no futuro. Não é? Tão longe.

HS: É.

NG: Mas já é hoje!

HS: É hoje.

NG: Está acontecendo.

HS: Está se aproximando rapidamente.

NG: Está se aproximando rapidamente?

HS: É!

NG: O que tem acontecido desde a primeira vez que você esteve aqui? Por que você esteve aqui, quando…um mês atrás?

HS: Hum eu estive aqui um mês atrás. Eu fiz alguns programas de televisão. Fiz alguns programas de rádio e agora eu voltei.

NG: E agora você voltou.

HS: Eu fiz o ciclo completo.

NG: E esse é o final da campanha na verdade. Ele começou aqui, ele terminou aqui.

HS: Com uma calça.

NG: O álbum a caminho.

HS: De volta aqui. Com uma calça…

NG: Não, a calça…terno bonito hoje!

HS: Obrigado.

NG: Você fez de panos de mesa?

HS: Não.

NG: Não, é um bom terno. É um terno legal.

HS: Obrigado.

NG: Você está bem tratado no rosto. Você fez algum tratamento facial?

HS: Não…

NG: Está bem radiante. Você veio voando?

HS: Não, eu dirigi.

NG: Depois de ter feito aquele vídeo andar agora deve ser uma droga. Sabe o que eu quero dizer?

HS: É meio chato.

NG: É meio chato.

HS: Mas eu estou agradecido de estar de volta no chão.

NG: Aquilo foi tipo, divertido no começo e depois e agora você já superou?

HS: Você quer saber? Eu acho que você sobe e isso é parte do processo, você desce e isso é parte do processo e tudo que acontece no meio, parece que a única coisa para acontecer é você cair.

NG: Tem um microfone enlouquece. (Se referindo ao som). Aquele microfone ali. Vá para o outro.

HS: Desculpe, assim está melhor?

NG: Sim.

HS: Por mais que você se sinta confortável lá em cima, você não está…

NG: Confortável. O que é muito parecido com o círculo pop em que você decidiu entrar como estilo de vida.

HS: Obrigado.

NG: Você sabe, é difícil chegar lá em cima mas depois que você está lá em cima, você está lá em cima.

HS: E o único lugar pra ir é pra baixo. (cair)

NG: Nós vamos ouvir o álbum e eu estou muito empolgado com isso. Eu escutei um pouco ontem à noite, eu sentei e escutei na minha cozinha ontem à noite. E eu realmente gostei.

HS: Muito obrigado.

NG: Nós vamos começar tocando Only Angel. Nos conte sobre Only Angel.

HS: Only Angel eu escrevi e gravei na minha casa em Londres. E….é, é alegre.

NG: Você tem uma palavra nova?

HS: Eu tenho.

NG: Quer saber um fato? Eu fiz os backing vocals nessa faixa. O que é exclusivo. Você pode me ouvir no começo disso. Ai está. Essa é Only Angel, nova música por Harry Styles na Radio 1. É uma boa música, não é?

HS: Obrigado!

NG: Muito boa.

HS: Obrigado!

NG: Meus backing vocals estão maravilhosos.

HS: Muito bons na verdade.

NG: Obrigado. Isso foi em apenas uma gravação. Foi ao vivo.

HS: Foi ao vivo! Uma noite. Uma gravação. Nick Grimshaw.

NG: Então você escreveu isso na sua casa. E quando você escreveu, você pensou que ia soar assim? Ou foi meio que uma evolução, essa música?

HS: Não, saiu bem próximo do que era. Então, é. Eu gosto dessa.

NG: Como se sente em ouvir? Você escuta (as músicas)?

HS: Muito estranho. Eu escuto, sim. Eu ouvi várias vezes por causa da mixagem e ontem à noite eu ouvi uma última vez antes de sair.

NG: Qual era o cenário? Qual era a situação? Eu estou imaginando…

HS: Eu sai para fazer uma caminhada e era meia noite, estava chovendo. Foi uma experiência emocional na verdade.

NG: Eu apenas ando a meia noite na chuva, eu sou um artista. Então você pensou: “está chovendo e é meia noite, eu vou fazer uma caminhada”?

HS: Sim.

NG: E aí você escutou o álbum…

HS: E aí o relógio apontou que era meia noite …

NG: Eu acho que você tem que ouvir pra ter certeza que você gostou, mas aí você não tem a preocupação – a qual eu tenho, aconteceu comigo com Only Creature – ficou tanto na minha cabeça que eu fiquei cantando. Você alguma vez se pega cantando as suas próprias músicas?

HS: Sweet Creature.

NG: É.

HS: É.

NG: Você canta? Por que pode ser vergonhoso se você estiver no mercado e você começa “Sweet Creature…”

HS: Normalmente eu assovio e fico tipo: “Oh…”

NG: “Oh, é melhor eu parar de fazer isso.”

HS: “Talvez eu não devesse fazer isso. “

NG: “Eu estou assoviando a minha própria canção no supermercado.” Emma está no ar, ele diz “nós somos estudantes e não deveríamos saber que essa hora da manhã existe, mas eu estou acordada para ouvir o programa.”

HS: Obrigado.

NG: “Eu já estou amando o álbum, essa vai ser a minha música de revisão.” Diz a Emma.

HS: Oh, isso é bom! Eu aprecio isso.

NG: Você era bom em revisar na escola? Por que é isso que todo mundo está fazendo no momento.

HS: Eu era ok. Eu não era o melhor…

NG: Você já estava no The X Factor. Jake em Litchfield diz: “Uau, eu acho que eu acabei de me apaixonar novamente, peço desculpas para a minha esposa.” Não conte para ela mas Jake em Litchfield vai largar a esposa por você.

HS: Seja sincero, Jake. Comunicação é a chave.

NG: Deixe-a.

HS: Só…não!

NG: Não? Não. Fale com ela.

HS: Isso. Liberte os seus sentimentos.

NG: Ele escutou uma música do álbum e já está: “Eu vou largar a minha esposa…”. Nós temos muito mais pra falar com o Harry e também vamos ter muitas músicas. Do álbum, nós falaremos mais depois da Katy Perry.  Na BBC Radio 1 está foi Chained To The Rythm. Harry Styles está aqui, ele está com tosse. Grande dia hoje, o álbum de estreia de Harry Styles saiu e nós vamos tocá-lo. Isso é empolgante.

HS: É, é empolgante!

NG: As pessoas estão entrando em contato essa manhã, seus amigos, sua família?

HS: Sim. Um dos meus amigos me mandou uma mensagem esta manhã dizendo que ele ouviu uma das minhas músicas no banheiro.

NG: Número 1 ou número 2?

HS: Número…hum, número 2.

NG: Uau. O nome dele é Harry, não é?

HS: É. É sim.

NG: E o sobrenome é…

HS: Lambert.

NG: Harry Lambert, indo ao banheiro ao som do seu álbum. É uma imagem maravilhosa. É a primeira coisa da manhã Harry, pelo menos você é regular. Em seguida nós vamos tocar outra música, eu não sei se nenhum dos seus amigos foi ao banheiro ouvindo essa mas nós vamos tocar “Carolina.” Nos conte tudo sobre Carolina por que essa nós vimos você estreia na televisão, em Nova York no outro dia.

HS: É, em Nova York. Carolina foi a última música escrita para o álbum, foi a última…foi como o que terminou. Nós tivemos uma semana, duas semanas de bloqueio em que tudo estava terrível. E então eu sai por um dia e escrevi isto e foi muito divertido. Foi a diversão que estava faltando eu acho. Eu senti que tinha terminado depois que eu fiz essa.

NG: É sobre uma pessoa específica, essa música?

HS: É, sim.

NG: E ela é da Carolina? Eu estou supondo.

HS: Sim.

NG: E ela sabe que é sobre ela, ou ela apenas ligou a televisão e…

HS: Ela sabe.

NG: Bom, agora ela sabe já que viu na televisão.

HS: Não tinha saído.

NG: Então você não falou “Aliás, eu escrevi essa música pra você.”

HS: Não.

NG: Você não conta para as pessoas?

HS: Não.

NG: Então é uma surpresa. Alguém pode estar ouvindo hoje, alguém que ainda não ouviu o álbum e ficar tipo “espera aí, isso é sobre mim!”

HS: Potencialmente.

NG: Sobre quem é, então?

HS: Alguém da Carolina?

NG: “Não consigo lembrar o nome…”. De Harry Styles, essa é “Carolina” na BBC Radio 1.

HS: Apenas vá com isso, você vai ficar bem.

NG: O que? Isso é o que a Fiona está sussurrando pra você no final da música?

HS: É!

NG: Fiona! Você diz isso para todos os convidados? Fiona: Ele estava preocupado.

NG: “Apenas vá com isso, você vai ficar bem”

HS: Isso é o que todos os jornalistas falam.

NG: Eu sei.

HS: “Apenas vá com isso, vai ficar tudo bem!”

NG: Vai ficar tudo bem!

HS: Não! Não vai!

NG: Conte aquela história, por favor, que você acabou de me contar sobre aquela música.

HS: Oh, então a pessoa sobre quem é a música descobriu… Descobriu que estava lá e o pai dela assiste o Today Show e ele deixou uma mensagem de voz falando: “Hum… eu acho que ele acabou de cantar uma música sobre você na televisão.” E foi assim que foi revelado.

NG: Foi assim que ela descobriu? É bem louco descobrir que alguém escreveu uma música sobre você no Today Show.

HS: É?

NG: Sim!

HS: É?

NG: Você não acharia louco se você ligasse a televisão e alguém estivesse: “Oh, Harry oh…”? Se você ligasse o rádio e alguém tivesse escrito uma música sobre você, você não acharia isso estranho?

HS: Talvez, sim. Quando você coloca dessa forma…

NG: Você sabe o que eu quero dizer? Eu acho que seria estranho.

HS: Mas é legal…

NG: É legal, ao menos se você estivesse criticando na música.

HS: O que eu não estou.

NG: O que você não está. Ela é da Carolina, ela é uma boa menina… Certo, nós vamos tocar mais uma música agora. Desculpe Katy Perry. Nós vamos tocar “Two Ghosts”; Eu realmente amo essa música.

HS: Obrigado.

NG: É uma das minhas preferidas. Eu realmente gosto dela.

HS: E “Sea Creature”?

NG: Eu amo “Sea Creature”

HS: Alguém chamou de “Smooth Criminal” no outro dia quando estavam fazendo uma entrevista comigo.

NG: Quem?

HS: Foi uma apresentadora da rádio americana, ela falou: “Eu realmente amo essa música, Smooth Criminal”.

NG: Você sabe, eu não sou o Michael Jackson.

HS: E eu fiquei tipo: “Eu também, mas por que… o que tem a ver…”.

NG: “Me fale mais sobre essa música, Smooth Criminal.”.

HS: E eu estava: “Bom, é muito boa. Eu não sei as batidas são iradas, meu álbum vai sair em breve, eu não sei…”.

NG: De volta a minha música… Eu queria que você estivesse lançando Smooth Criminal.

HS: Irado.

NG: Fale comigo sobre isso, por que essa é a música os seus fãs, você lançou as cenas do filme por trás das cenas do álbum eles (os fãs) pausaram, deram zoom e isso tem estado nos noticiários de verdade. Não olhe para lá…

HS: Apenas vá com isso.

NG: Apenas vá com isso. Isso tem estado no noticiário. “Aparentemente Harry Styles escreveu uma música sobre a Taylor Swift”. Você vai ser perguntado sobre isso, eu estou te fazendo um favor aqui. Sobre o que é a música?

HS: Favor estranho.

NG: Não me faça ir pra a letra. Eu tenho a letra.

HS: Quer dizer, eu acho que é autoexplicativo.

NG: É?

HS: É… eu acho que é.

NG: Pra você, mas não pra gente.

HS: Me ajuda, Jeffrey.

NG: Não, Jeffrey. Quer que eu chame o Jeffrey aqui e peça para ele nos dizer sobre o que é a música?

HS: Não. Hum, eu acho que é sobre como algumas vezes as coisas mudam e você pode fazer as mesmas coisas e algumas vezes é apenas diferente. Você sabe?

NG: Essa é uma resposta enrolada.

HS: 2017, filósofo, Londres, Inglaterra.

NG: Então aqui vamos nós, a música sobre a Taylor Swift.

HS: AAAAAAAAAAAAAH NÃO!!!!

NG: Nós chamamos de Two Ghosts mas….

HS: Eu vou pra Capital.

NG: Quem? Isto é Two Ghosts, na Radio 1.

NG: Tanta emoção nessa música que você teve que sair do estúdio! Quando você precisa chorar você sai e depois volta?

HS: Você é um idiota.

NG: Tanta emoção. Ele está de volta, você está bem? Você foi lá ver a Tina Daheley!

HS: Eu fui!

NG: Ela não está lá hoje, porque você está aqui.

HS: É uma sala muito intensa, porque ela lê as notícias sérias, tem tipo um pequeno holofote! Parece muito, muito, muito intenso!

NG: Devemos ler as notícias agora?

HS: Sim, é a Tina Daheley com as notícias?

NG: Basicamente, sim. É 7:30 na Radio 1, vamos ouvir as últimas notícias com a Tina Daheley.
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NG: Oi, Harry!

HS: Olá!

NG: Nós estamos fazendo a Harry Styles “listening party”. Todo mundo está ficando louco no Twitter! Todo mundo está adorando!

HS: Eu particularmente estou me divertindo muito!

NG: Eu também! Eu meio que queria que isso não terminasse nunca, mas nós temos que ir embora daqui a pouco, então vai ter que terminar. Mas tem sido muito legal te conhecer.

HS: Tudo tem que terminar em algum momento.

NG: Realmente tem, inclusive o Radio 1 Breakfast Show. Temos uma reclamação, Ellie de Bristol, ela diz “como uma fã do One Direction eu achei que o hiato seria bom para o meu ano de exames finais, então, posso perguntar ao Harry por que todos os três estão lançando músicas novas a cinco dias do meu exame final? Por quê? Por que vocês fizeram isso? Posso dizer que você é o responsável por eu ter ido mal porque eu fico ouvindo o seu álbum ao invés de revisar a matéria?”.

HS: Bom, eu diria que delegar a culpa nunca é uma solução, eu diria que talvez esteja na hora de começar a ser responsável por suas próprias atitudes. E se você não revisar, não é culpa minha, irmã! Eu acho que tem uma razão pela qual eu nunca disse isso antes. Primeira e última vez.

NG: É, irmã…

HS: É, irmã!

NG: Agora ela vai saber como é o Harry Styles.

HS: Não, mas sério! Boa sorte com o seu exame, eu espero que você vá bem. Revise! Mas você pode continuar ouvindo [o álbum] ao fundo.

NG: Eu não conseguiria fazer isso. Eu sei que é ruim para o seu álbum, mas eu iria preferir silêncio total enquanto reviso.

HS: Não, entenda! Eu gosto de ouvir meu álbum de diversas formas diferentes, você pode ouvir o CD, você pode ouvir no iTunes ou em qualquer outro provedor de músicas por aí…

NG: Dá pra fazer stream?

HS: Eu acredito que sim…

NG: Se você se inscrever, certo.

HS: Eu acredito que você poderia ouvir o vinil…

NG: Está disponível em apenas uma cor ou várias?

HS: Cores diferentes!

NG: Talvez seja melhor pegar os dois. Podem soar diferente!

HS: Quero dizer… eu pegaria os dois. Pela simetria e…

NG: Eu quero ver o álbum, na verdade, numa cópia física, você tem uma?

HS: Eu também.

NG: Você ainda não viu uma?

HS: Eu vi uma, mas eu não tenho.

NG: Eu quero segurar uma. As pessoas parecem estar em pânico.

HS: Nós temos uma para você.

NG: Oh, ok. Obrigado, Jeff.

HS: Nós levamos uma para todo lado…

NG: Leva com você para todo lado, por via das dúvidas…

HS: “Olá!” E jogo pela janela do carro.

NG: Will está segurando um cartaz ali “NICK VOCÊ PRECISA TOCAR A PRÓXIMA MÚSICA”, então nós precisamos tocar a próxima canção. E essa, eu amo essa, e eu amo a “From The Dining Table”, também. Mas eu acho que Sweet Creature é a minha favorita. Então devemos ouvi-la?

HS: Obrigado, minha favorita de lançar o álbum é ver você me mandando áudios de você cantando as músicas errado.

NG: Você gostou?

HS: Sim.

NG: Eu notei que você salvou elas. Tentei escrever essa parte da música, a versão de “Sea Creature”, não deu certo.

HS: Como aquilo de “Creme Egg” (Paródia da Música Green Light, da Lorde).

NG: Sim, foi como aquilo!

HS: Eu não consigo ouvir aquela música sem dizer “creme egg”.

NG: Eu sei. Eu sinto que nós estragamos aquela música para a Lorde. Então… nós vamos fazer isso para Sweet Creature.

HS: Por favor, não.

NG: Mais do Harry depois do Drake! Nós estamos ouvindo o seu álbum de estreia! Eu tenho uma cópia física agora, obrigado, estou muito animado. É muito bom que não há nenhuma escrita nela, só suas costas molhadas.

HS: São 10 libras, por favor.

NG: Isso é ótimo, muito bom! Nós vamos ouvir a próxima música agora, chamada “Woman”, essa é aquela que seu padrasto Robin, a última vez que você esteve aqui você nos contou a história de que ele disse que havia um pato nessa gravação. O que era realmente o som de pato? Quem fez o som de pato?

HS: O som de pato sou eu.

NG: É um elogio, de alguma forma.

HS: É tipo com um efeito nela. E agora eu acho que todo mundo que ouve pensa que é um pato.

NG: Ah, não! Ele está fazendo o que nós fizemos com a Lorde.

HS: “Creme Egg” fez isso.

NG: É, nós fizemos disso um “creme egg”. Vamos conversar sobre o começo dessa música, porque eu estava ouvindo na noite passada e eu notei que no início tem um homem falando sobre assistir algo na TV. Ouçam: “deveríamos procurar por comédias românticas na Netflix e ver o que encontramos?”. É o Mark Ronson?

HS: Na verdade, não. Ele não quis fazer.

NG: Soa como ele! Ele é muito ocupado. Mas o começo diz “deveríamos assistir comédias românticas na Netflix?”, o que você gosta de assistir?

HS: Bom, quando eu estava na Jamaica, nós meio que criamos uma rotina de tipo, nós escrevíamos, depois jantávamos, e depois nós assistíamos a incontáveis quantidades de comédias românticas, filmes tocantes.

NG: O que vocês assistiram?

HS: Tudo que o Nicholas Sparks já fez. Zeramos. Desde o início até…

NG: Então é disso que o começo trata?

HS: Sim! Tinha muitos, mas você sempre acaba voltando para “O Diário de uma Paixão”.

NG: Você ama “O Diário de uma Paixão”.

HS: Eu não gosto de “O Diário de uma Paixão” tanto assim.

NG: Você AMA “O Diário de uma Paixão”. Você nunca se cansa desse filme.

HS: Ok, eu amo “O Diário de uma Paixão”. Mas é um ótimo filme. Nós já assistimos antes.

NG: Sim, nós já assistimos antes. Eu não gosto de “O Diário de uma Paixão”, e o Harry ama.

HS: Você gosta sim, de “O Diário de uma Paixão”.

NG: Não, eu não gosto, na verdade. Ele ama e, você faz aquilo de repetir, você diz as falas como se você fosse o Ryan Gosling.

HS: Não. Isso não é verdade. Eu faço o papel da Rachel McAdams.

NG: Isso é verdade. Eu sou o Ryan Gosling. Nós assistimos uma vez, na sua casa. De dia, carne assada. Tivemos carne assada de Jurassic Park e depois vimos “O Diário de uma Paixão”.

HS: Foi bom porque foi durante o dia. Mas aí quando começou a chegar na parte triste do filme, o sol começou a se por, e de repente você se dá conta, depois de algumas horas, você se dá conta que está assistindo “O Diário de uma Paixão” à luz de velas. E aí você fica… “isso está diferente de quando começou”.

NG: E foi por isso que minha cabeça [inaudível]. Devemos tocar “Woman”, então?

HS: Sim, por favor!

NG: Vamos tocar “Woman”, material novíssimo de Harry Styles. Harry Styles está aqui, bom dia!

HS: Bom dia, bom dia!

NG: Nós estamos prestes a tocar a última música e então iremos embora daqui! Quais são seus planos para hoje? O que acontecerá?

HS: Eu vou para a Radio 2, estarei lá. O que é… sei lá!

NG: Mas você não pode realmente ouvir a Radio 2, é estranho. É por isso que você deve continuar ouvindo à Radio 1, Breakfast Show, porque Miley Cyrus está a caminho.

HS: Num fone de ouvido…

NG: Não, você não pode. Então ouça ao nosso programa. E como eu disse antes, porque com o lançamento do álbum, eu pensei “Harry vai grandes planos incríveis”, então eu perguntei “o que você fará hoje”, e é tipo “vou tirar uma soneca”… “O álbum é muito bom, então eu vou tirar minha soneca do dia”. Podemos falar do seu “stage diving” (mergulho do palco – quando o artista se joga para a multidão, que o leva lá no alto), nós vimos nas notícias essa semana que você fez um “stage diving” e caiu de cara no chão.

HS: Não é tão legal quanto você pensa que é.

NG: Não é?

HS: Não.

NG: O que aconteceu, onde foi?

HS: Eu não falhei, é o que vou dizer. Eu estava lá em cima…

NG: Os inimigos disseram que você falhou.

HS: É, claro que disseram. O que eu ia dizer é que eu nunca fiz um antes na minha vida. Parecia o momento. Não havia muita gente, era um show pequeno para uma rádio e eu me joguei, eu estava animado, eu recebi um sinal de positivo do todo poderoso e eu me joguei e eu estava lá em cima por um instante e de repente abriu um buraco e eu cai.

NG: Oh! Você quer tentar fazer isso agora?

HS: Hm. Sim. Eles parecem entusiasmados.

NG: Então vai!

HS: Em quem eu vou pular?

NG: Fique aí, nós vamos nos reunir.

HS: Você está querendo dizer como a vez em que você fez o Tom Daley pulou para o banho da pia do banheiro? Para o banho? Vá, mergulhe.

NG: Vá, mergulhe então. É, isso realmente aconteceu. Ele mergulhou? Não me lembro. Então, sobre os stage dives, tome cuidado com eles, queria te perguntar disso. Ainda, eu queria te perguntar sobre o dublê no clipe de “Sign of the Times”, porque esse é o meme do ano, eu acho. Quem é aquele cara e aquilo era uma máscara?

HS: O nome dele é Marty, um homem muito, muito corajoso. Era uma máscara, não era o rosto dele.

NG: Eu achei que você estava lá em cima e que você estava indo tão rápido que seu rosto tinha derretido.

HS: Não, basicamente, porque eu estava dependurado em um helicóptero, eles tiveram que manda-lo na frente para me mostrar o que eu ia fazer, para que eu não subisse lá e ficasse “o que diabos estou fazendo?”.

NG: “O que estou fazendo aqui em cima?”. Então ele te mostrou, mas ele ficou famoso na internet, esse cara. Eu quero ele aqui no programa. Eu quero muito ele aqui no programa.

HS: Ele é um cara muito legal.

NG: Com a máscara e tudo. Nós vamos tocar mais uma música, nós vamos finalizar com “Kiwi”, e então adeus. Obrigado por ter vindo.

HS: Obrigado por ter me recebido. Obrigado por ter ouvido.

NG: E parabéns, é um álbum muito, muito bom! Eu realmente gostei muito.

HS: Obrigado, fico feliz que você esteja gostando.

NG: Nós estamos gostando, estamos gostando! Na semana que vem nós teremos, genuinamente serão as sextas-feiras do One Direction, porque nós recebemos você, tivemos duas semanas de descanso, aí recebemos o Niall sexta passada, recebemos você hoje e o Liam Payne estará no programa sexta que vem.

HS: Sextas-feiras!

NG: Sim! Você tem algum conselho para ele? Porque também é um projeto solo e você conseguiu e tudo correu muito bem.

HS: Eu acho que ele está se saindo muito bem! Acho que ele vai ser dar muito bem! Liam é sempre brilhante e ele sempre mexeu com essa parte de produção, então eu acho que ele vai se dar bem.

NG: Você já viu as “correntes”? Niall viu as correntes. “The Payne Chain”. As correntes grandes e pesadas do Liam Payne.

HS: Não… “Payne Chain”?

NG: Você não viu? “The Payne Chain”.

HS: Eu não vi!

NG: Meu Deus, o Niall experimentou e tudo.

HS: Sério?

NG: Você precisa se inteirar disso, experimentar a “Payne Chain”. Bom, ele vai estar aqui sexta que vem.

HS: São correntes grandes?

NG: Sim, correntes bem grandes!

HS: Ele está acorrentado em algo?

NG: Não, não. É como um colar.

HS: “To The Rhythm” [piadinha/analogia com a música “Chained To The Rhythm”, da Katy Perry].

NG: Sim, sim. Nós vamos finalizar com Kiwi. Essa é uma boa, não é?

HS: Obrigado.

NG: Nos conte tudo sobre “Kiwi” antes de ir embora, Harry.

HS: Isso é engraçado, meio que começou com uma piada e agora é uma das minhas músicas favoritas. Foi uma das primeiras que eu escrevi para o álbum, quando eu estava ficando sem energia, eu não havia escrito ou estado no estúdio por bastante tempo, e isso saiu e eu gosto muito dela agora.

NG: Ok, perfeito. Vamos ouvir!

HS: Essa é Kiwi. Obrigado por me receber!

NG: Obrigado, Harry. Até breve!

Tradução por Cynthia Duarte e Daniele Amaral.

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