24.09
notícia postada por Cynthia Duarte

Como acompanhamos aqui e aqui, Harry deu início à primeira turnê de sua carreira solo!

Por essa razão, a Revista Rolling Stone e a Billboard fizeram resenhas dos dois primeiros shows que aconteceram em São Francisco (19/09) e Los Angeles (20/09), na Califórnia (EUA).

Confira, logo abaixo, as duas resenhas traduzidas:

Você pode ver a resenha do primeiro show, feita pela Revista Rolling Stone, em inglês, aqui.

Harry Styles faz ponte entre passado e presente em show de estréia inspirador.

 

O cantor e compositor apresentou à sua adorável platéia uma mistura entre as suas músicas solo preferidas e os clássicos da One Direction.

Por Brittany Spanos

Do lado de fora da San Francisco Masonic, um local modesto mas moderno localizado em um bairro luxuoso da cidade, milhares de fãs de Harry Styles passaram horas – alguns até dias – esperando na calçada. A aglomeração parecia menor dentro do local, durante um show que foi um dos mais íntimos já tocados pelo galã.

Foi mais do que os gritos que fizeram o primeiro show oficial da turnê de Styles como um artista solo parecer como se ele tivesse tocando em um estádio de futebol ao invés de um teatro. Aos 23 anos de idade e com apenas 10 músicas para chamar de suas, Styles tem o charme, a presença e a audácia de um cantor de rock veterano com o dobro da sua idade, desfilando e dedilhando pelo palco com um poder delicado que o faz parecer ao mesmo tempo acessível e de outro mundo.

Styles e sua banda cuidadosamente escolhido subiram ao palco na treça-feira depois que a Muna – um trio de Electrop-pop da Califórnia – animou a casa com “Edge of Seventeen” de Stevie Nicks e a música de autoria das mesma “I Know a Place.” A vocalista Katie Gavin deu o tom para a noite, construindo um clima de alegria com a platéia. “Harry construiu sua carreira, sua essência, baseado em gentileza.”  disse ela de maneira sincera em meio aos gritos ensurdecedores.

Após um breve atraso devido a um alarme de incêndio que ameaçou estragar a noite, Styles finalmente fez sua grande entrada ao som de um looping de harmonias de “Ever Since New York”, nos intoxicando com o seu album auto-intitulado e quase tão hipinótico quanto as luzes que revelavam a sua silhueta segurando um violão atras das cortinas rosas florais que foram penduradas depois que a Muna saiu do palco. Aqui, nós fomos apresentados a primeira personalidade de Harry: o trovador folk. De “New York” em diante, ele mostrou as suas performances mais sensíveis, como “Two Ghosts” e “Sweet Creature” – a última com um mar de corações rosas feitos pelos fãs e que foram levantados durante a música. Muito antes do que o esperado, Styles lembrou a todos exatamente de onde ele veio, oferecendo uma versão suave de uma das música favoritas dos fãs da One Direction, “Stockholm Syndrome.”

Logo após “Sweet Creature”, Styles se livrou do seu terno floral – parte de um terno de duas peças – e se lançou ao segundo ato: o rockeiro rouco. O espírito de Jagger tomou o seu corpo no palco durante “Only Angel”, e ele passou para a sexy “Woman”. Durante esta faixa, uma fã jogou uma bandeira de arco-íris no palco, e na direção aposta a narrativa heteronormativa da música, ele subversivamente ele girou com a mesma antes de prende-la ao seu microfone – onde esta ficou até o final do set principal.

 Neste ponto, Styles já tinha se soltado completamente, eliminando o tom meio sério (talvez até nervoso) da primeira parte do repertório. Ele começou a apresentar alguns covers, um toque que agradou a platéia e foi brilhante. Ele primeiro performou “Just a Little Bit of Your Heart” uma balada no piano que ele co-esreveu e Ariana Grande cantou em seu album em 2014 My Everything. Ele transformou o melodrama de Grande. Ele fez o mesmo com o grande sucesso da One Direction, “What Makes You Beautiful”, uma escolha corajosa para um artista que está tentando traçar seu próprio caminho.

Mas Styles já provou  várias vezes que para ser um artista de sucesso, você não precisa se livrar ou apagar o passado. Assim que “WMYB” acabou, a banda começou a tocar “Kiwi” que conseguiu agitar mais a plateia do que o clássico da 1D.

Uma vez que a música terminou, Styles marchou para fora do palco com a bandeira do arco-íris enquanto o cenário era rearranjado e a sua jaqueta foi revivida para o encore. Foi aqui que ele revelou a terceira e última personalidade: O superstar sútil. Os 15 minutos finais do show tinha um trio de faixas, começando com “From The Dining Table”, uma maravilhosa  e simples melodia tocando no violão contando apenas com o colaborador principal de Styles, Mitch Rolland na guitarra. Em seguida, ele se lançou em uma versão maravilhosa de “The Chain” do Fleetwood Mac enquanto ele celebrava e enfatizava o quarteto talentoso de músicos que ele reuniu para a sua banda da turnê. Ele poderia ter terminado o show com o cover do clássico e pareceria completamente natural, charmoso e dentro do seu estilo, mas claro que ele tinha uma despedida épica na manga com “Sign of the Times”, o single que lançou oficialmente a sua carreira solo. A versão ao vivo do hino, inspirado no Queen, de quase 6 minutos foi agitada e triunfante enquanto as luzes banhavam ele e os fãs. O cantor parecia radiante enquanto ele compartilhava esse momento, que pertencia a ele, com cada pessoa naquele lugar, presentes ou que estavam acompanhando no FaceTime, Periscope ou por mensagem de texto:

“Vocês são os melhores amigos que qualquer pessoa poderia pedir.” Ele disse sinceramente, mais cedo. Cruzar a linha entre fãs e amigos não é um comportamento comum para rock stars, mas novamente, Harry Styles não está tomando a forma de um rock típico.

   

A resenha do segundo show feita pela Billboard, em inglês, está aqui.

Harry Styles é um verdadeiro rockstar em show em Los Angeles: Uma resenha.

Por Eve Barlow

Sutileza é a especialidade de Harry. Ele é muito, muito bom em ser sútil. A coisa mais interessante que Styles faz durante a segunda noite do que ele chama de “sua primeira turnê” é cantar um cover de “Just a Little Bit of Your Heart.”

“Tem muitas pessoas na platéia hoje, e eu não estaria no palco sem cada um de vocês.” Ele disse na quarta-feira a noite (20 de Setembro) no Greek Theater em Los Angeles. “Vocês são os melhores amigos que alguém poderia pedir. Vocês são maravilhosos. Muito obrigado.”

Como explicado por ele, vestido em um maravilhoso terno pasley estampado, esse é um ato lindo que ele escreveu para outra cantora. O nome dela é Ariana Grande. Ele não diz mais nada sobre isso. Mas tem um grande significado nas entrelinhas.

Se você não é um directioner e você não possui um conhecimento enciclopédico sobre todas as coisas relacionados a Styles, você talvez nunca tenha ouvido esta música. Parece que todo mundo na platéia ouviu, que incluía o companheiro de One Direction Niall Horan, o cantor da Fleetwood Mac Mic Fleetwood e a atriz Emma Stones.

Existe uma troca entre as fãs de (pós X Factor) Styles e (os pós-Disney) Grande  integrantes da platéia que na maior parte da história da música foram taxadas pela imprensa e por outros fãs da música como “fangirls” e tem sido usado como um termo depreciativo.

Na quarta a noite, as “fangirls” chegam juntas de ônibus. Elas gritam, elas fazem FaceTime com seus amigos, elas não conseguem controlar as emoções. Os gritos que vem de suas bocas envolvem a sua cabeça como um vício.

Precisou de uma grande ameaça contra esta mesma comunidade para os cínicos reconsidera-las. Durante o show de Ariana Grande em Manchester, um homem-bomba transformou um lugar feliz em um pesadelo. Em algum lugar no meio do caminho, as pessoas começaram a pensar duas vezes antes de serem maldosas com as “fangirls” depois disso.

Styles cresceu em Chester. Não é longe de Manchester. Sem dúvidas o ataque ressonou nele. Ele não diz nada disso. Ele simplesmente segue com o show, as vezes balançando uma bandeira de arco-iris LGBTQ, outras vezes mandando beijos para as meninas. Se isso for uma batalha para proteger o espaço seguro do pop em 2017, então Styles é nosso herói com um plano rock’n roll. E cara, que plano ele tem.

“Boa noite Los Angeles,” ele diz no começo do seu set de 75 minutos. “Meu trabalho é entreter vocês. O seu trabalho é ter  o máximo de diversão possível.”

Olhe em volta, e você vê a alegria nos rostos dos fãs que esperaram meses para estar aqui. São as atrações mais agitadas do seu álbum de estreia que os tornam mais ferozes e livres. Veja “Carolina” como exemplo: Por todos os lados do teatro aberto, garotas com cabelos compridos que chegam até a cintura se mexem, jogam suas mãos para o alto, guardam os seus celulares e fecham os olhos. “Ela é uma boa garota (She’s a good girl)” ele canta. Você imagina as garotas com os olhos fechados estão sonhando: “Quem? Eu?”

Durante o show, o charme ofensivo de Styles poderia acabar com as guerras. Ele foi feito para ser um vocalista. A sua banda indie do colegial White Eskimo nunca chegou tão longe quanto o Greek (teatro), mas você poderia argumentar que tudo que ele fez entre antes e agora foi uma preparação para esta encarnação. A sua personalidade Jagger  misturada com David Cassidy brilha durante “Only Angel” e “Woman.”

A atmosfera que ele cria no Greek diz o tom que ele quer. Soando pelo teatro antes da sua entrada toca “Sunny Afternoon” do The Kinks, “Money” do Pink Floyd e “Bohemian Rhapsody” do Queen – todos clássicos britânicos.

A produção também grita: Uma cortina rosa no palco. Além do seu amor por rosa, recentemente Styles citou Paul Simonon (The Clash): “Rosa é a única cor verdadeira do rock n’ roll.” Antes da cortina cair, ele aparece atras dela como um silhueta negra, segurando sua guitarra Gibson.

Quando ele larga a guitarra, ele traz as suas atribuições de Jagger – uma torcida de pulso aqui, uma língua pra fora ali, uma torcida no lado direito do seu rosto para mostrar ele realmente quer dizer aqui, depois uma cara engraçada para quebrar a sinceridade. São as pequenas coisas que levam a platéia a loucura.

As vezes, como em “From the Dining Table”, ele fecha os olhos tempo suficiente para que você imagine o que ele vê. Ali é que está a qualidade do enigma. Ele sabe exatamente o tempo certo de dar uma fagulha. “Eu estou me apaixonando por vocês,” ele diz a platéia durante “Woman.”

O álbum é uma tentativa de reascender o gênero do rock: A intenção sempre foi que atingisse a evolução total quando escutado ao vivo. Ao criar 10 músicas cheias do estilo conhecido dos anos 70, ele conseguiu atingir a missão que ele mesmo se incumbiu de nos estreter por que tudo soa como você ouviu antes. Ele construiu um catálogo que é fácil de cantar, dançar e sentir.

Existe em que de “Benny and The Jets” em Woman. O rock de “Kiwi” soa como dirigir na Sunset Strip em um carro com o teto solar aberto ouvindo “Girls, Girls, Girls” do Motley Crue. Ele faz um cover de “The Chain” do Fleetwood Mac como parte do seu bis, e é quando ele parece mais brincalhão no palco.

Além do próprio Styles, sua banda é composta de feras, satisfazendo membros da platéia que estejam querendo ficar impressionados. Nenhum defeito a vista para satisfazer qualquer prazer sombrio. Enfim, se houvesse qualquer erro seria abafado pelas pessoas cantando junto.

Da abertura de “Ever Sence New York”, a platéia gritou em todas os números como se fosse o último da noite. A sua cantoria dos covers de Styles com as músicas da One Direction (“Stockholm Syndrome” “What Makes You Beautiful” é assustadoramente poderosa. Durante a última, fãs ficam em fila, dão os braços e pulam como os britânicos fazem em partidas de futebol. Harry é o time delas, e ele nunca desaponta.

Styles também nunca se desaponta. Todo essa falatória sobre a sua busca por “autenticidade” quando ele realmente parece estar fazendo o que é natural. Antes de Styles se apresentar, a sua banda de abertura MUNA, tocou uma seleção de músicas de rock consciente. Antes de sairem, a cantora Katie Gavin virou-se para a platéia de Styles e disse, “Criar a mudança começa com imaginar a mudança.”

Você se pergunta se Styles imaginou quando escreveu “From the Dining Table” – sua música preferida do álbum – e escolheu a frase “Até o meu telefone sente falta das suas ligações, aliás.” ele estaria cantando isso enquanto milhares de telefones iluminam a noite, balançando juntos, tirando Styles do seu local de auto dúvida e solidão para este: Sua casa, seu lugar seguro.

Esse espaço é uma rua de duas mãos. Naquele momento, fangirls e Styles se protegem. Naquele momento, não há nada que eles não podem atingir.

  

Tradução por Daniele Amaral.

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